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Governo rebate fake news de Solange Couto no BBB 26 e esclarece regras do Bolsa Família (vídeo)

A fala da participante gerou revolta nas redes sociais ao sugerir que benefícios sociais poderiam incentivar jovens a abandonar os estudos

De acordo com o governo, para que as famílias continuem recebendo o benefício, é exigido que filhos menores de 18 anos que ainda não concluíram a educação básica estejam matriculados na escola e mantenham frequência mínima de 75% nas aulas (Foto: Reprodução Globo)

247-  O Governo Federal se manifestou nesta terça-feira (13) para rebater declarações feitas pela atriz Solange Couto durante uma conversa exibida no Big Brother Brasil 26

A fala da participante gerou revolta nas redes sociais ao sugerir que benefícios sociais poderiam incentivar jovens a abandonar os estudos.

A resposta oficial do Executivo foi divulgada após a ampla circulação do trecho do programa e tem como objetivo esclarecer as regras do Bolsa Família e corrigir interpretações consideradas equivocadas.

Segundo o posicionamento oficial, o Bolsa Família não incentiva, em nenhuma hipótese, o abandono escolar. Pelo contrário, o programa estabelece condicionalidades obrigatórias nas áreas de educação e saúde, especialmente para crianças e adolescentes.

De acordo com o governo, para que as famílias continuem recebendo o benefício, é exigido que filhos menores de 18 anos que ainda não concluíram a educação básica estejam matriculados na escola e mantenham frequência mínima de 75% nas aulas.

Em publicação institucional nas redes sociais, o governo afirmou: "o Bolsa Família não tira ninguém da escola. Na verdade, filhos menores de 18 anos que não concluíram a educação básica precisam estar matriculados e ter frequência mínima de 75% nas aulas para que o benefício seja pago".

A declaração de Solange Couto, que integra o grupo Camarote do BBB 26, ocorreu durante um diálogo com outros participantes do reality. No relato, a atriz mencionou um suposto caso em que uma jovem teria sido orientada a priorizar o recebimento de benefícios sociais em vez da continuidade dos estudos, o que gerou acusações de desinformação.

Especialistas e usuários nas redes sociais apontaram que esse tipo de narrativa já circula há anos e não corresponde às regras oficiais do programa social. Plataformas de checagem e veículos de imprensa classificaram a fala como enganosa, por não refletir os critérios reais do Bolsa Família.

Além de reforçar as exigências educacionais, o governo também destacou que não existe qualquer regra que estimule a gravidez como forma de ampliar o valor do benefício. O Executivo ressaltou que os critérios do programa são objetivos e voltados à proteção social e à garantia de direitos básicos.