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Stycer: Ana e seu Louro José criaram uma relação inédita de respeito com o público

“Entender a comoção com a morte de Tom Veiga implica em entender o impacto da TV aberta no Brasil. Ela sempre foi - e ainda é - formadora de gostos, fonte principal de entretenimento e criadora de tendências”, escreve o jornalista Maurício Stycer

Ana Maria Braga e Tom Veiga, que faz o Louro José
Ana Maria Braga e Tom Veiga, que faz o Louro José (Foto: Reprodução / Instagram)
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247 - O jornalista Maurício Stycer, em sua coluna no portal UOL, constata que “a morte de Tom Veiga, o ator por trás do Louro José, causou enorme tristeza entre os fãs. Na verdade, é uma comoção tão grande que tem gente se perguntando se não é exagero”. 

“ É preciso considerar que o Louro José é quase um coapresentador do Mais Você. E aparecia ao lado de Ana Maria Braga nas manhãs da Globo, de segunda a sexta, há mais de 20 anos. Fora os seus primórdios no Note e Anote na Record”, acrescenta. 

Ele observa que “Tom Veiga complementava Ana. Não a reprimia. Não era a voz da consciência. Era cúmplice. Embarcava nos assuntos e avançava, com comentários inesperados, fora do roteiro, politicamente incorreto, muitas vezes surpreendendo a apresentadora”. 

“Entender a comoção com a morte de Tom Veiga implica em entender o impacto da TV aberta no Brasil. Ela sempre foi - e ainda é - formadora de gostos, fonte principal de entretenimento e criadora de tendências”, diz o jornalista 

Stycer conclui dizendo que  “Ana e seu Louro José criaram uma relação inédita de respeito com o público”. 

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