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Brasil concentra 40% das passagens aéreas internacionais na América do Sul no primeiro trimestre de 2026

Emissão de bilhetes estrangeiros para o país cresce 16% e reforça recuperação do turismo internacional

Brasil concentra 40% das passagens aéreas internacionais na América do Sul no primeiro trimestre de 2026 (Foto: REUTERS/Roosevelt Cassio)

247 - O Brasil respondeu por 40% de todas as passagens aéreas emitidas com destino à América do Sul no primeiro trimestre de 2026, consolidando sua posição como principal porta de entrada de turistas na região. Os dados constam na mais recente edição da revista “Tendências do Turismo”, publicada pela Embratur em parceria com o Ministério do Turismo e a Braztoa. As informações foram divulgadas pela Agência Gov.

Segundo o levantamento, baseado em números preliminares da plataforma Amadeus, a emissão de passagens aéreas internacionais com destino ao Brasil registrou crescimento de 16% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O avanço indica um cenário de recuperação e expansão da demanda turística estrangeira pelo país.

A publicação reúne análises detalhadas sobre o comportamento do mercado global de viagens e apresenta projeções para o setor ao longo do ano. Voltada a profissionais do turismo, a revista também destaca tendências que devem impactar o fluxo internacional, como a ampliação de rotas aéreas, o fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e o aumento da competitividade do destino no cenário sul-americano.

De acordo com a Embratur, os dados refletem o efeito de estratégias recentes de promoção internacional e de retomada do setor após períodos de instabilidade global. O crescimento na emissão de passagens sugere não apenas maior interesse de turistas estrangeiros, mas também uma retomada consistente das conexões aéreas com o país.

A revista “Tendências do Turismo” é disponibilizada gratuitamente e funciona como uma ferramenta estratégica para o trade turístico, reunindo indicadores, estudos e perspectivas que orientam empresas e gestores públicos na tomada de decisões ao longo de 2026.