
Choro pelo Irã, choro pela humanidade: a crapulagem dos que normalizam a barbárie
Manchetes que relativizam a morte revelam a degradação ética de parte do jornalismo e expõem a banalização da barbárie em nome da geopolítica

Belgo-brasileira, residente em Bruxelas desde 1976, onde chegou como exilada política. Artista ARTivista, poeta subversiva, com formação em história da arte, arqueologia e pintura monumental. Membro da UEELP (União Europeia de Escritores de Língua Portuguesa), membro da coalizão de artistas da UNESCO para a difusão da história geral da África e diretora do Museu-Mala da História. Participou de publicações organizadas pelas da Escravidão, editoras:InFinita (Portugal), Helvétia (Suíça), Harmattan (Paris) ‘Témoignages, 68, la génération qui voulait changer le monde Marques de la mémoire’ (Ministério da Justiça) ‘Lettres d'amour et de haine’ (ed. Kotter, 2021) ‘Poèmes que le diable a pétris’ (ed. In-finita, 2021). Participou da Feira do Livro de Lisboa (2021) e Feira do Livro de Frankfurt (2023). "Oiseaux dans la cour, dans les ténèbres de la dictature argentine, poétique mémorielle", "Revoada, une poétique pour la paix" (Ed. Ases da Literatura, Brasil/Portugal).
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