
A ordem e o caos, longe do equilíbrio
O que estamos assistindo não é apenas o fim da ordem mundial do pós-II Guerra Mundial e do pós- Guerra Fria

Professor do Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional da UFRJ. Autor, entre outros livros, de Sobre a Guerra (Vozes, 2018)
71 artigos
O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia dos EUA
A pergunta que persegue a Argentina não é se pagará sua dívida, mas até quando aceitará trocar sua soberania pelo eterno papel de vassalo financeiro
Genocídio em Gaza expõe herança histórica dos bombardeios anglo-americanos e desmonta a pretensa superioridade moral do Ocidente
A China e seus grandes aliados estão dispostos a reorganizar e sustentar uma nova ordem mundial pacífica e igualitária, que respeite as várias civilizações
Enquanto a Europa aceitava sua vassalagem, o Brasil resistia e a China anunciava uma nova ordem. O eixo do poder global desloca-se definitivamente
O governo Trump declarou e está em plena “guerra comercial” contra todos os seus “aliados” do G7
Trump não criou o caos global, apenas acelerou o colapso de uma ordem internacional que já vinha ruindo desde os anos 1990
Olhando para o futuro, o que se consegue ver é um mundo atravessando um período muito longo de flutuação e turbulência, instabilidade e imprevisibilidade
Rússia vence, EUA e Grã-Bretanha se distanciam, UE enfraquece. O Ocidente, hegemônico por 200 anos, enfrenta possível virada histórica
'Se acordo de paz na Ucrânia, o mais provável é ele ser ponto de partida de uma nova corrida armamentista na Europa e entre Rússia e EUA', diz José Luís Fiori
A América do Sul se apresenta hoje sem unidade e sem qualquer tipo de objetivo estratégico comum capaz de fortalecer seus pequenos países