A luta traz conquistas que o parlamento transforma em Lei

Há tempos os trabalhadores aprenderam que, para mudar a sociedade e reduzir desigualdades, a luta é o instrumento mais importante. Sem ela não há conquistas. Para fechar uma convenção coletiva, um acordo na empresa, ela é essencial. Mas, para que a conquista da luta vire lei, existe todo um processo que envolve a sociedade

Há tempos os trabalhadores aprenderam que, para mudar a sociedade e reduzir desigualdades, a luta é o instrumento mais importante. Sem ela não há conquistas. Para fechar uma convenção coletiva, um acordo na empresa, ela é essencial. Mas, para que a conquista da luta vire lei, existe todo um processo que envolve a sociedade
Há tempos os trabalhadores aprenderam que, para mudar a sociedade e reduzir desigualdades, a luta é o instrumento mais importante. Sem ela não há conquistas. Para fechar uma convenção coletiva, um acordo na empresa, ela é essencial. Mas, para que a conquista da luta vire lei, existe todo um processo que envolve a sociedade (Foto: João Carlos Gonçalves)

Há tempos os trabalhadores aprenderam que, para mudar a sociedade e reduzir desigualdades, a luta é o instrumento mais importante. Sem ela não há conquistas. Para fechar uma convenção coletiva, um acordo na empresa, ela é essencial. Mas, para que a conquista da luta vire lei, existe todo um processo que envolve a sociedade. Para ser promulgada, uma lei precisa de maturação teórica, de debates, e precisa de enfrentamento dentro dos parâmetros sociais e civis. Sem consenso cabe ao Parlamento decidir, por meio do voto, sua instituição.

Nosso parâmetro para a promulgação de leis é o Legislativo: Senado, Câmara Federal, Câmaras Estaduais e de Vereadores. Isto não significa que a sociedade não possa se organizar e manifestar-se quanto à criação de leis. Este debate é parte do processo que culmina nas instâncias de poder. Por isto a campanha eleitoral, a cada 4 anos, é importante. Este instrumento nos coloca ao debate para eleições de nossos representantes no Parlamento.

Negar ou esquecer isto como instrumento favorável aos trabalhadores é voltar à política de grupos radicais como Ação Direta e Luta Contínua,na Itália, e em tantos outros países, não levaram às conquistas e se isolaram dos trabalhadores e da sociedade. Não à toa grupelhos radicais não passaram de 1% nas campanhas eleitorais em nosso País.

Por isto precisamos valorizar uma conquista dos trabalhadores, o direito de voto, e nos preparar para o embate de 2018 para eleger parlamentares que defendam nossos interesses, governadores e presidente que façam uma política social voltada à maioria.

Aponto alguns deputados federais que nos ajudam no Parlamento e que devemos reeleger em 2018 nossos representantes: Paulinho da Força (Solidariedade); Orlando Silva (PCdoB-); Bebeto Galvão (PSB); Erundina (PSOL); Arnaldo Faria de Sá (PTB). E o Medeiros, fundador da Força Sindical, que almeja voltar ao Parlamento.

São vários aliados, de vários partidos, e muitos outros e outras que se candidatarão e que, com nosso apoio, se eleitos, ajudarão a transformar nossas lutas em leis que garantam direitos ao povo brasileiro.

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