O ódio é o motor dos medíocres: as mensagens doentias por trás da Lava Jato

A professora de Direito Liana Cirne Lins afirma que as mensagens reveladas pelo novo capítulo da Vaza Jato "expuseram um grupo de sociopatas, movido pelo ódio de classe, pelo ódio contra Lula e todos que fazem parte da sua vida". "Uma coisa é certa: nenhum outro escândalo da #VazaJato expôs tão bem os motivos da perseguição contra Lula. O ódio é o motor dos fracos e dos medíocres", diz a jurista

 
  (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

As mensagens das procuradoras Laura Tessler, Thaméa Danelon, Monique Checker, Jerusa Viecili, Januário Paludo e Deltan Dallagnol reveladas pelo Uol e Intercept Brasil expuseram por trás da operação Lava Jato um grupo de sociopatas, movido pelo ódio de classe, pelo ódio contra Lula e todos que fazem parte da sua vida. Seu irmão, seu neto de 7 anos, sua esposa. 

O art. 236 da LC 75, que disciplina o estatuto do Ministério Público da União, estabelece, entre outros, os deveres de tratar com urbanidade as pessoas com as quais se relacionem em razão do serviço e de guardar decoro.    

Isso porque os membros do MP deveriam assegurar o respeito aos direitos fundamentais dos cidadãos, e não trabalhar de modo escuso para que tais direitos fossem violados, como fizeram para impedir o direito de Lula participar do enterro de seus familiares.   

A crueldade por trás dos atos que limitavam ou cerceavam as prerrogativas de Lula chega a ser doentia.    

Laura Tessler ridicularizou a dor de um homem viúvo e de um avô que perdeu o neto. O ódio transbordava de suas palavras. A convicção de que Lula era um monstro que não mereceria qualquer empatia foge da razoabilidade: não há e nunca houve elementos processuais que sustentassem tamanha ojeriza por Lula. A procuradora acabou vítima de seus próprios maus sentimentos: expôs-se ao mundo como monstra, enquanto a cada dia fica mais evidente que Lula foi vítima de uma ação ilegal, marcada não apenas pela perseguição político-ideológica, mas por uma obsessão odiosa e perversa.   

As mensagens causam repugnância. Deltan e Tessler fizeram pouco da morte de Dona Marisa Letícia, a quem Deltan chamou de vegetal.  

Ironizaram que sua morte tivesse sido provocada pelas humilhações públicas causadas pela Lava Jato.   

Thaméa Danelon disse que era o velório da Ré Marisa Letícia. Nem a morte foi capaz de apaziguar o ódio obsessivo contra a família de Lula.   

Jerusa Viecili disse, quando da morte de Arthur: "preparem-se para a nova novela ida ao velório".  

É desumano. Todo aquele ódio que brotava nas postagens antipetistas e que nos fazia perguntar o que tinha havido com as pessoas, com seu senso de decência, parece ter nascido naquele grupo de perseguidores da Lava Jato.   

Eu gostaria de ver o rosto desses procuradores nesse momento, expostos como ratazanas que são, em toda sua pequenez moral.   

Gostaria de saber, agora que estão sendo expostos publicamente, se têm precisado de remédios para dormir, de calmantes, se têm tido palpitações, crises de ansiedade.   

Porque de acordo com eles mesmos, Dona Marisa deveria ter enfrentado toda humilhação pela qual passou sem vitimizar-se. Alguém deles diria, como disse Laura Tessler: "O foco tá na Amazônia. Logo passa. Muito mimimi".  

Pois bem. Quero ver. E não desejo as crueldades que desejaram a Dona Marisa ou a Lula, porque não quero me tornar igual a vocês, subumanos.  

Uma coisa é certa: nenhum outro escândalo da #VazaJato expôs tão bem os motivos da perseguição contra Lula. O ódio é o motor dos fracos e dos medíocres.

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