Após reunião com Bolsonaro, cotado para o MEC diz que quer levar ao Brasil ensino à distância implantado no Paraná

Renato Feder disse que apresentou a Bolsonaro um de seus principais planos para o MEC, que seria criar uma estrutura na pasta para ampliar o acesso de alunos ao ensino à distância

(Foto: Divulgação)
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247 - O empresário Renato Feder, secretário de Educação do Paraná e cotado para substituir Abraham Weintraub no Ministério da Educação, se reuniu com Jair Bolsonaro nesta terça-feira, 23. Ao final do encontro, ele disse que Bolsonaro vai avaliar outros indicados para o MEC antes de fazer um convite formal.

“Realmente, a conversa [com Bolsonaro] foi no sentido de conhecer para analisar se eu sou a melhor pessoa para assumir o ministério. Como um bom estadista, acho que a conversa foi nesse sentido de conhecer a história, como foi no Paraná, o que foi feito lá, e a partir daí ele vai tomar a melhor decisão”, disse Feder ao site O Antagonista

Dono da empresa Multilaser, gigante nacional do ramo de tecnologia, além de ser herdeiro do grupo Elgin, indústria do ramo de eletrodomésticos brasileira, Renato Feder disse que apresentou a Bolsonaro um de seus principais planos para o MEC, que seria criar uma estrutura na pasta para ampliar o acesso de alunos ao ensino à distância.

“A aula remota deve se basear na rede 3G, que cobre praticamente o Brasil inteiro. É muito mais democrática e limpa [que o wi-fi]. É assim que a gente faz no Paraná, e esse seria um grande passo que o MEC poderia dar. Oferecer estrutura para que as redes consigam dar aos seus alunos aula remota no celular, na rede 3G”, disse ele. 

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