Após mortes no Maranhão, indígena ligado a Arquidiocese de Manaus é espancado e morto no Amazonas

Assessor das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARNI), Humberto Peixoto, 37, da etnia Tuiuca e que trabalhava na Cáritas Arquidiocesana morreu dias após ser vítima de um brutal espancamento. Morte de Peixoto acontece um dia após uma emboscada contra indígenas da etnia Guajajara deixar dois mortos e dois feridos no Maranhão

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247 - O assessor das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARNI), Humberto Peixoto, 37, índígena da etnia Tuiuca e que trabalhava na Cáritas Arquidiocesana, região de Manaus (AM) morreu dias após ser vítima de um brutal espancamento. Morte de Peixoto acontece um dia após uma emboscada contra indígenas da etnia Guajajara deixar dois mortos e dois feridos no Maranhão

As agressões ocorreram na última segunda-feira (2), por volta das 15h, quando PeixoTo retornava para sua residência. Em nota, a  Arquidiocese de Manaus, ressaltou que ele vpitima de "um ato de extrema violência que o deixou internado em estado gravíssimo, com afundamento do crânio, fêmur quebrado e perfuração na cabeça”.

Confira a íntegra da nota. 

A Arquidiocese de Manaus informa o falecimento de Humberto Peixoto, que trabalhava na Cáritas Arquidiocesana como Assessor das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARNI). Na última segunda-feira (2/12), Humberto foi espancado quando retornava para sua casa por volta das 15h.

Foi um ato de extrema violência que o deixou internado em estado gravíssimo, com afundamento do crânio, fêmur quebrado e perfuração na cabeça, o que provavelmente levou à morte encefálica na terça-feira e, na manhã deste sábado veio a óbito. Humberto era indígena da etnia Tuiuca, tinha 37 anos, deixa esposa e uma filha de 5 anos.

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