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Jean Wyllys: se esquerda quer ser respeitada, não pode se unir ao MBL

Entre outras coisas, o ex-deputado Jean Wyllys (PT) lembrou que o MBL sempre atuou ao lado da família Bolsonaro e impulsionou a campanha difamatória contra a vereadora Marielle Franco (PSOL), que foi assassinada pela milícia no Rio de Janeiro

Jean Wyllys (Foto: Reprodução/Facebook)

247 - O ex-deputado Jean Wyllys (PT) denunciou nas redes sociais o MBL, organização que liderou o golpe contra Dilma Rousseff. O grupo da direita chamou um ato contra Jair Bolsonaro com o mote “nem Bolsonaro, nem Lula”, para emplacar a campanha pela chamada “terceira via”.

Alguns setores da esquerda, como a deputada estadual Isa Penna (PSOL) - cujo presidente do partido, Juliano Medeiros, se colocou contra participar da manifestação -, anunciaram que iriam ao ato. 

Wyllys criticou essa posição. “As esquerdas que se respeitam e respeitam a memória devem traçar uma linha clara que não permita que o MBL se misture com elas e que impeça esses criminosos de lavarem suas biografias sujas para as eleições do ano que vem”, afirmou. 

Ele lembrou que o MBL sempre atuou ao lado da família Bolsonaro e impulsionou a campanha difamatória contra a vereadora Marielle Franco (PSOL), que foi assassinada pela milícia no Rio de Janeiro. O ex-deputado lembrou de outras políticas do MBL em seu Twitter. Confira.

 

 

 

 

 

 

Em nota divulgada nas redes sociais, nesta quarta-feira, 8, o MBL apresentou um certo recuo e pediu para que todos que apoiam o impeachment de Bolsonaro fossem à sua manifestação.

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