“Ou a Anvisa fez uma descoberta mundial sobre a Sputnik V, ou fez uma barrigada”, diz Altman

"Não há relatório semelhante em outro país que aplica a Sputnik", disse o jornalista Breno Altman sobre os motivos que fizeram a Anvisa vetar a importação da vacina russa. Presidente da instituição, Antônio Barra Torres, que é bolsonarista, vai depor na CPI da Covid na próxima quinta-feira (6)

Jornalista Breno Altman, vacina russa Sputnik V e a Anvisa
Jornalista Breno Altman, vacina russa Sputnik V e a Anvisa (Foto: Editora 247 / Divulgação / Agência Brasil)
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247 - O jornalista Breno Altman alertou, nesta segunda-feira (3), no programa Bom Dia 247, sobre a gravidade do posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que rejeitou a importação da vacina Sputnik V, da Rússia, enquanto explodem os casos da Covid-19 no Brasil. Presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, que é bolsonarista, vai depor na CPI da Covid na próxima quinta-feira (6). 

"Ou a Anvisa fez uma descoberta mundial, que tem que paralisar imediatamente a venda da Sputnik, ou por razões de equívoco e má-fé houve uma barrigada, como se diz o jargão jornalístico", afirmou. "Não há relatório semelhante em outro país que aplica a Sputnik, nem publicação científica que tenha confirmado essa hipótese do vírus replicante", disse.

A Anvisa não recomendou a aplicação da Sputnik V sob o argumento de que a vacina e contém vírus replicante (adenovírus capaz de reprodução, ou RCA), mas não chegou a fazer os testes necessários para barrar a importação do imunizante

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A fabricante da vacina Sputnik V afirmou, na quinta-feira (29), que está iniciando uma reclamação legal por difamação contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil por espalhar informações falsas sobre o imunizante russo.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) pretende apurar na CPI da Covid mais detalhes sobre por que a Anvisa vetou a importação da Sputnik V. 

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