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Para entusiastas de Lula-Alckmin, Ciro e Moro atacam chapa em tática contra afunilamento

Terceira via já se mostrou incapaz de empolgar o eleitorado e tentará forçar um segundo turno como última cartada

Ciro Gomes e Sergio Moro (Foto: PDT | Reprodução/Facebook)

247 - Aliados do ex-presidente Lula (PT) e entusiastas de uma aliança com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido) veem nos ataques de Ciro Gomes (PDT) e do ex-juiz suspeito Sergio Moro (Podemos) à chapa uma tentativa de impedir que o petista vença a eleição presidencial já no primeiro turno, relata Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Pesquisas mostram que o ex-presidente tem chances reais de vencer a eleição no primeiro turno.

A avaliação é a de que Moro e Ciro, que brigam pela terceira colocação com cerca de 8% das intenções de voto cada um, buscam desgastar Lula-Alckmin como forma de subirem nas pesquisas e forçarem a realização do segundo turno. 

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Moro usou o argumento de que é necessário ter "uma cara nova" nas eleições para atacar Lula-Alckmin e Ciro afirmou que a chapa já embute uma crise. Nenhum dos dois candidatos havia incluído críticas à chapa em seus discursos de campanha.

Dirigente do PT que falou sob sigilo afirma que atacar a chapa de Lula e Alckmin é a única maneira de manter viva a esperança da terceira via, visto que pesquisas mostram que esta não empolgou o eleitorado. Desta forma, Ciro e Moro - entre outros - tentarão evitar um afunilamento no pleito entre Lula e Jair Bolsonaro (PL).

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