Pfizer rebate Pazuello e diz que governo não comprou vacinas da empresa por causa de exigências

A empresa afirma que as exigências são as mesmas para dezenas de países que já iniciaram a imunização e que ofereceu ao Brasil 70 milhões de doses de seu imunizante, com entrega a partir de dezembro de 2020

(Foto: Reuters)
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247 - A farmacêutica Pfizer, fabricante de vacina contra a Covid-19, rebateu declarações do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira (7) que o governo não conseguiu comprar o munizante por exigências da empresa. Na coletiva, Pazuello anunciou a compra de 100 milhões de doses da CoronaVac

Em nota, a Pfizer disse que as cláusulas apresentadas ao Ministério da Saúde são as mesmas de dezenas de paíes do mundo que já iniciaram a imunização.

“Estados Unidos, Japão, Israel, Canadá, Reino Unido, Austrália, México, Equador, Chile, Costa Rica, Colômbia e Panamá, assim como a União Europeia e outros países, garantiram um quantitativo de doses para dar início à imunização de suas populações, por meio de acordo que engloba as mesmas clausulas apresentadas ao Brasil”, afirma a empresa, segundo o site O Antagonista

A Pfizer também contestou a declaração de Pazuello de que teria recebido oferta de poucas doses da vacina ao Brasil, o que “não resolveria o problema” do país. A empresa afirma que ofereceu 70 milhões de doses de seu imunizante, com entrega a partir de dezembro de 2020.

“A disponibilidade e cronograma de entrega das doses para o país depende da data do fechamento do contrato de fornecimento diante da alta procura por doses e de contratos com outros países ainda em andamento. Vale reforçar que a Pfizer encaminhou três propostas ao governo brasileiro, para uma possível aquisição de 70 milhões de doses de sua vacina, sendo que a primeira proposta foi encaminhada pela companhia em 15 de agosto de 2020 e considerava um quantitativo para entrega a partir de dezembro de 2020.”

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