Após governo de SP, Anvisa também diz que morte de adolescente não tem relação com vacina contra Covid-19

A morte da jovem que tomou a 1ª dose da vacina da Pfizer uma semana antes foi usada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para suspender a vacinação de menores de idade

(Foto: REUTERS/Dado Ruvic)
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247 - Após o governo de São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também disse que a morte de uma adolescente de 16 anos em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo, não tem relação causal com a vacina contra a Covid-19.

A morte da jovem que tomou a 1ª dose da vacina da Pfizer uma semana antes foi usada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para suspender a vacinação de menores de idade.

Representantes da área de farmacovigilância da Anvisa se reuniram nesta segunda-feira, 20, em São Paulo para obter mais informações sobre o caso. 

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Segundo a agência, os dados apresentados pelo Centro de Vigilância Epidemiológica do governo paulista foram considerados "consistentes e bem documentados" e indicaram "ausência de relação causal entre a administração da vacina e o evento adverso investigado".

Em nota, na sexta-feira, 17, o governo paulista disse que "as análises técnicas indicam que não é a vacina a causa provável do óbito e sim à doença identificada com base no quadro clínico e em exames complementares, denominada Púrpura Trombótica Trombocitopênica (PPT)".

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