Presidente da Fiocruz defende vacina da Oxford após suspeita de ineficácia: 'pode ser aperfeiçoada se necessário'

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, comentou estudo de universidade da África do Sul que apontou uma possível ineficácia do imunizante da Oxford para casos leves e moderados da variante sul-africana do vírus

Nísia Trindade Lima
Nísia Trindade Lima (Foto: divulgação / Fiocruz)
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247 - A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, em declaração para a Folha de S.Paulo, defendeu a vacina da Oxford/AstraZeneca, produzida pela fundação no Brasil, diante de suspeitas sobre sua eficácia. Segundo ela, caso seja necessário, a vacina “pode ser aperfeiçoada se necessário”.

Estudo da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, afirmou que o imunizante da Oxford parece não oferecer proteção para casos leves e moderados da variante sul-africana do vírus.

A presidente da Fiocruz, entretanto, destacou que “a OMS reconheceu que o estudo na África do Sul foi feito com pequeno número de casos, mas que não deixa de ser um alerta sobre a possibilidade, sim, das variantes implicarem possíveis aperfeiçoamentos na vacina”.

“Isso tem que ser estudado caso a caso. No caso do Reino Unido, que é uma variante que também preocupa bastante, foi demonstrada a eficácia da vacina. Pela plataforma tecnológica adotada e pelo acordo que firmamos, é uma vacina que pode ser aperfeiçoada se necessário”, disse.

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