Voluntário da vacina de Oxford não morreu por causa do medicamento, diz pesquisadora

Margareth Dalcolmo não soube dizer, porém, se o voluntário, seu colega de trabalho, tomou a vacina ou placebo. "Essa informação sobre se ele tomou placebo ou vacina é absolutamente inviolável"

(Foto: Reprodução | Reuters)
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247 - A pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo disse à CNN Brasil nesta quinta-feira (22) que a morte do médico João Pedro Feitosa, voluntário em testes da vacina de Oxford, não tem relação com o medicamento.

Margareth falou que Feitosa era seu colega de trabalho e que atuava na linha de frente do combate ao coronavírus. "O que aconteceu com esse colega foi um colega que recebeu ou a vacina ou o placebo em junho. Recebeu apenas a primeira dose porque depois ele ficou doente na força do seu exercício de trabalho. Ficou internado várias semanas antes de falecer. Então não há uma relação causa e efeito entre a morte por Covid-19, o colega não faleceu por efeito adverso relacionado à vacina".

A pesquisadora disse não saber se o colega tomou a vacina ou placebo. "Não temos a informação. Essa informação sobre se ele tomou placebo ou vacina é absolutamente inviolável, isso faz parte dos acordos internacionais de confidencialidade, de modo que considero qualquer comentário sobre isso bastante temerário. Digamos assim, essa quebra desse lacre dependeria da autorização dos grupos de qualidade, de segurança e do próprio patrocinador".

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