Aziz exige demissão do coronel Elcio Franco da Casa Civil: 'Um cidadão como ele não pode estar na antessala do presidente'

O presidente da CPI da Covid defendeu a exoneração do ex-secretário-executivo da Saúde, que hoje é assessor especial de Bolsonaro. "Um cidadão como Élcio Franco não pode estar mais na antessala do presidente”

Senador Omar Aziz e coronel Elcio Franco
Senador Omar Aziz e coronel Elcio Franco (Foto: Pedro França/Agência Senado | Júlio Nascimento//PR)
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247 -  O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), exigiu nesta quinta-feira (15), a exoneração de Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, hoje assessor especial da Casa Civil, lotado no gabinete da Presidência da República. Ele exigiu a demissão depois de o representante da Davati Cristiano Carvalho afirmar que se reuniu com o coronel Elcio Franco para negociar imunizantes que não existiam.

“Estamos discutindo algo muito mais grave. Que a Davati não tem uma vacina para vender nós já sabemos. O coronel Elcio Franco ainda está no gabinete do presidente. Ele não está mais no ministério, não. Ele está lá no gabinete do presidente. Um cidadão como Elcio Franco não pode estar mais na antessala do presidente”.

Aziz defendeu ainda que “não se pode passar a mão na cabeça de uma pessoa que negociou vacina fantasma.”

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Em seu depoimento, Carvalho confirmou que houve pedido de propina para as negociações envolvendo doses da vacina Astrazeneca. "Mas não se falava de propina. Falava-se de comissionamento. Quem pediu foi o grupo do Blanco", afirmou.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) trouxe à tona durante a sessão a lista de militares citados até o momento, todos coronéis do Exército: “tem o coronel Boechat, que era coordenador de Planejamento do Ministério da Saúde, coronel Guerra, coronel Blanco, Elcio Franco, agora Hélcio Bruno… ou seja, temos uma associação de vários coronéis em torno dessa operação tabajara”.

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