Omar Aziz diz que CPI da Covid será "histórica" e que "não vai acabar em pizza"

"Não dá para acabar em pizza uma CPI com 400 mil óbitos e que no curso dela chegará a 500 mil mortes (...) Não dará em pizza", afirmou o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM). Senador disse que a CPI será histórica e também criticou o insulto de Paulo Guedes à China

Senador Omar Aziz (PSD-AM) presidirá a CPI da Covid
Senador Omar Aziz (PSD-AM) presidirá a CPI da Covid (Foto: Agência Senado | ABr)
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247 - O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta quarta-feira (28) que a investigação será histórica. O parlamentar destacou a necessidade de não deixar de responsabilizar os culpados pelo mau gerenciamento da crise sanitária. "É a CPI das CPIs. É completamente diferente", afirmou o pessedista. "Não dá para acabar em pizza uma CPI com 400 mil óbitos e que no curso dela chegará a 500 mil mortes (...) Não dará em pizza", acrescentou. 

Em entrevista foi concedida à CNN Brasil, o parlamentar criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes, por ter insultado a China ao dizer que o "chinês inventou o vírus". "Não expor a economia é muito importante, mas vem um ministro da fazenda [economia], que tecnicamente entende de vacina como entende de foguete – o Paulo Guedes não entende absolutamente nada de vacina para dizer se esse imunizante é bom ou não  - e dá um tiro numa relação com a China que nos mantém com os insumos para produzir a vacina no Butantan", afirmou Aziz. 

De acordo com o presidente da CPI, o ministro "dá um tiro na relação" com o país asiático. "Vejo como um gracejo do ministro Paulo Guedes nessa conversa de butiquim", continuou.

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A China é o principal fornecedor de insumos para produção de vacinas no Brasil e abastecimento do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A Coronavac, vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biontech, é o imunizante utilizado em 8 em cada 10 pessoas vacinadas no Brasil.

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