Guedes e secretários avisam que só aceitam furar o teto em R$ 30 bilhões para Auxílio Brasil

Funcionários do Ministério da Economia alegam que não querem ser acusados de pedalar e responder nos tribunais por eventuais irresponsabilidades fiscais

O ministro da Economia, Paulo Guedes,
O ministro da Economia, Paulo Guedes, (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, e os secretários da pasta disseram que só aceitam furar o teto de gastos para garantir R$ 400 do Auxílio Brasil, projeto de renda do governo para substituir o Bolsa Família. No entanto, a Economia ainda colocou uma condição: se o gasto extraordinário de R$ 30 bilhões e o número de beneficiários estiverem explícitos na Constituição.

Eles alegam que não querem ser acusados de pedalar e responder nos tribunais por eventuais irresponsabilidades fiscais.

Os condicionantes e o descontentamento dos deputados relatores da PEC dos Precatórios e da medida provisória do Auxílio Brasil, levou, nesta terça-feira, 19, ao adiamento do anúncio do novo valor do benefício.

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Para o governo Jair Bolsonaro, o aumento de R$ 189 para R$ 400 do benefício depende da abertura de espaço fiscal com a aprovação da PEC dos Precatórios, que adia o pagamento de sentenças judiciais, para bancar R$ 111 da alta do benefício; enquanto os outros R$ 100 só podem ser pagos fora do teto de gastos, R$ 30 bilhões acima.

O relator da medida provisória do Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), disse nesta terça-feira, 19, que queria R$ 50 bilhões fora do teto, segundo reportagem do Metrópoles.

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