Maia defende suspensão de auxílios para bancar criação do programa Renda Cidadã

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu a suspensão temporária de auxílios e a revisão do Orçamento da União, como forma de angariar os recursos necessários à criação do Renda Cidadã, idealizado pelo governo Jair Bolsonaro

Rodrigo Maia
Rodrigo Maia (Foto: LULA MARQUES)
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247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a suspensão de auxílios e a revisão do Orçamento da União, incluindo os recursos destinados às Forças Armadas, como forma de viabilizar a verba necessária para criar o programa Renda Cidadão, idealizado pelo governo Jair Bolsonaro em substituição ao Bolsa Família. 

“Vamos ter de fazer alguns sacrifícios. Todos os brasileiros terão de fazer algum sacrifício. A Câmara foi o poder que menos aumentou as despesas. Alguns auxílios podem ser suspensos por um tempo, as Forças Armadas tem despesas de R$ 200 milhões (que poderiam ser alteradas), não sei se ajudaria muito. Há 17, 18 itens no Orçamento que podem ser mexidos para encontrarmos os R$ 30 bilhões necessários para a construção de um novo programa”, disse Maia neste sábado (17) durante um evento transmitido pela internet pela XP Investimentos.

No evento, Maia também descartou prorrogar o estado de calamidade pública, decretado em função da pandemia de Covid-19, que termina no dia 31 de dezembro. “A possibilidade de prorrogar a calamidade, de prorrogar a PEC da Guerra, não existe. Isto daria uma sinalização muito ruim praqueles que confiam e precisam de credibilidade, da âncora fiscal, para voltar a investir neste país”, completou Maia, de acordo com reportagem do jornal O Globo

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