Irmão de Luciana Gimenez, ex-global avançou na mãe idosa supostamente bêbado e com saca-rolhas
O bate-boca rapidamente se intensificou, transformando-se em um episódio de grande tumulto dentro do apartamento
247 - Uma discussão familiar envolvendo o ator Marco Antonio Gimenez e sua mãe, Vera Gimenez, terminou na delegacia após um episódio de grande tensão em um apartamento no Rio de Janeiro. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles.
O caso ocorreu na zona sul da capital fluminense e veio à tona após o ator ser conduzido à 10ª Delegacia de Polícia, em Botafogo, para prestar esclarecimentos. A situação teria começado após um desentendimento dentro do imóvel onde mãe e filho residem.
Segundo relatos obtidos pela coluna, a confusão teve início quando Marco Antonio chegou em casa após participar de uma festa. Ele estaria acompanhado de uma mulher e, supostamente, sob efeito de álcool, o que teria provocado irritação em Vera Gimenez e dado início a uma discussão.
O bate-boca rapidamente se intensificou, transformando-se em um episódio de grande tumulto dentro do apartamento. De acordo com as informações, o ator teria perdido o controle durante a briga, quebrando objetos e causando danos ao imóvel. Entre os episódios relatados, ele teria arrancado a porta da geladeira em meio ao momento de fúria.
O clima se agravou ainda mais quando, segundo os relatos, Marco Antonio teria avançado na direção da mãe segurando um saca-rolhas. A situação só não teve consequências mais graves porque um dos cães da atriz teria reagido, permitindo que ela se afastasse e deixasse o local com segurança.
Diante dos gritos e da confusão, vizinhos acionaram a polícia. Agentes compareceram ao local e conduziram o ator até a delegacia, onde ele optou por não prestar esclarecimentos detalhados naquele momento. Em documento oficial, ele declarou que prefere se manifestar apenas em juízo.
Após a repercussão do caso, o advogado Sylvio Guerra, que representa o ator e foi acionado pela apresentadora Luciana Gimenez, comentou o episódio e destacou a possibilidade de resolução sem judicialização.
“A presença na Delegacia de Polícia nem sempre resulta em processo judicial. Muitas vezes, o melhor caminho jurídico é a mediação e o restabelecimento do diálogo. Acompanhei hoje um caso familiar que, felizmente, foi apaziguado de forma técnica e rápida, preservando a relação entre mãe e filho”, afirmou.
O advogado também ressaltou a importância da atuação rápida em situações de conflito familiar. “A justiça também se faz na resolução consensual de conflitos. Situações de estresse no ambiente policial exigem técnica e calma. Em casos de conflitos familiares, a atuação jurídica ágil no momento da condução é crucial para garantir os direitos das partes e buscar o arquivamento ou a conciliação logo no início. Mesmo nos dias mais difíceis, o amor e o diálogo são nossos abrigos. Paz para todos”, concluiu.
Até o momento, não há informações sobre eventual abertura de processo judicial relacionado ao caso.