Ratinho usa concessão pública para defender golpe militar

Apresentador do SBT defendeu, em seu programa no rádio, intervenção “igual Singapura”, onde “entrou um general, consertou o país e, um ano depois, fez eleições”. “Mas primeiro consertou, chamou todos denunciados e disse: ‘vocês têm 24 horas para deixar o país ou serão fuzilados’”

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247 - O apresentador do SBT Ratinho defendeu golpe militar no Brasil nesta quarta-feira (17), da mesma forma como ocorreu em Singapura. A declaração foi feita durante sua participação no programa “Turma do Ratinho”, na rádio Massa FM, que pertence ao apresentador, conforme relato de reportagem do UOL.

Ratinho falou dos casos de vacinas vazias sendo aplicadas no País, mencionou os decretos de Bolsonaro sobre armamento e a guerra ao tráfico, além de criticar o funcionalismo público.

“Eu sei que o que vou falar aqui pode até chocar, mas está na hora de fazer igual fez em Singapura. Entrou um general, consertou o país e, um ano depois, fez eleições. Mas primeiro consertou, chamou todos denunciados e disse: 'vocês têm 24 horas para deixar o país ou serão fuzilados'. Limpou Singapura”, disse.

Em seguida, Ratinho defendeu uma política de “limpeza” de moradores de rua inspirada na política do ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani. 

“Ele pesquisou do que o povo tinha medo e era dos mendigos batendo nas portas. Ele limpou os mendigos da cidade. Do que as pessoas tinham medo? Morador de rua. Ele tirou todos os moradores de rua e deu um lugar para os caras se virarem. Ele limpou tudo e a imprensa ficou a favor dele. Aqui, se mexer com morador de rua, a imprensa cai em cima do político”, disse.

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