Tentativas de comunicação com o Telegram falham e Barroso fala em banir app das eleições

Presidente do TSE aponta a falta de representação do serviço no Brasil como um impasse

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(Foto: ABr | Reuters)


247 - O Telegram, serviço russo de mensagens amplamente utilizado, entrou na mira do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, que vai se reunir com os demais ministros da corte, entre os quais Luiz Edson Fachin e Alexandre de Moraes, para discutir ações sobre o uso do aplicativo durante as eleições deste ano.

Barroso aponta a falta de representação do serviço no Brasil como um impasse. Em nota divulgada pela Corte Eleitoral, ele afirma que "nenhum ator relevante no processo eleitoral de 2022 pode operar no Brasil sem representação jurídica adequada, responsável pelo cumprimento da legislação nacional e das decisões judiciais".

Em 16 de dezembro, como mostra reportagem do portal UOL, Barroso enviou um ofício, por e-mail, ao Telegram, solicitando audiência com Pavel Durov, fundador da empresa, que tem sede em Dubai, mas não opera diretamente de lá. Barroso "queria discutir uma cooperação contra a desinformação que circula no aplicativo e afeta a confiança nas eleições brasileiras", escreve o UOL.

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Ao menos quatro tentativas de envio por correspondência não tiveram sucesso. 

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Internacionalmente, o banimento do Telegram é um ponto de conflito nas relações entre países europeus e os Estados Unidos contra a Rússia. Na Alemanha, as tentativas de contato estabelecidas pelo Ministério da Justiça também falharam.  

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O aplicativo hospeda grupos bolsonaristas, que espalham fake news. Contudo, lá também existem diversas comunidades progressistas no YouTube. 

As redes sociais americanas também são palco de fake news. Quando pressionadas, derrubam o conteúdo. Relembre: Após pressão de internautas, Twitter derruba post de Malafaia que chamava vacinação infantil de infanticídio.

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