Coronavírus: EUA decidem que venda de maconha é 'serviço essencial'

O prefeito do município californiano de San Francisco, London Breed, decidiu pelo não fechamento dos estabelecimentos onde se vende maconha. A cidade de Nova York (EUA) declarou os dispensários médicos de cannabis como “serviços essenciais”

(Foto: Reuters)
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247 - A cidade californiana de San Francisco, nos Estados Unidos, determinou o fechamento de vários estabelecimentos, dentre eles os que vendem maconha, os dispensários. O departamento de saúde pública da cidade reverteu a decisão, pois, de acordo com o prefeito London Breed, "cannabis é um medicamento necessário para muitos san-franciscanos, por isso dispensários continuarão operando".

Ao comunicar a decisão, o chefe do Executivo municipal afirmou que a decisão inclui não apenas os dispensários medicinais, mas também os recreativos. A informação foi publicada na coluna de Denis Russo Burgierman. 

A medida foi revertida pela prefeitura na última terça-feira (17). No mesmo dia a cidade de Nova York (EUA) declarou os dispensários médicos de cannabis como “serviços essenciais” - no município a legalização é apenas para uso medicinal) e criou regras para seu funcionamento seguro. 

Por conta das quarentenas, no dia 16 de março, por exemplo, as vendas de maconha recreativa aumentaram 159% na Califórnia (EUA), em comparação com o mesmo período do ano passado. Subiu 100% em Washington e 46% no Colorado, de acordo com Headset, firma de análise do mercado de cannabis (veja aqui).

Os estados de Massachusetts, Michigan e Illinois estão regulamentando serviços de entrega em casa de cannabis. 

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