O Oceano Azul. As mais belas fotos da NOAA

Cetáceos, gaivotas, tartarugas, peixes-boi, polvos e quimeras dos abismos. Flagrantes da vida marinha fotografados pela NOAA, a agência norte-americana que zela pelos oceanos e a atmosfera.

Cetáceos, gaivotas, tartarugas, peixes-boi, polvos e quimeras dos abismos. Flagrantes da vida marinha fotografados pela NOAA, a agência norte-americana que zela pelos oceanos e a atmosfera.
Cetáceos, gaivotas, tartarugas, peixes-boi, polvos e quimeras dos abismos. Flagrantes da vida marinha fotografados pela NOAA, a agência norte-americana que zela pelos oceanos e a atmosfera. (Foto: Gisele Federicce)
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O navio Hilalakai, da NOAA, ao largo de Honolulu, no Havaí

 

Por: Equipe Oásis

 

A maioria das pessoas vive o ambiente marinho apenas durante o verão. Mas há também aqueles que o estudam, fotografam e protegem durante todos os meses do ano. Eles são os pesquisadores da NOAA, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica norte-americana, uma agência federal que se ocupa da observação dos oceanos e da atmosfera terrestre, bem como das previsões de mudanças que podem influir sobre esses ambientes. Desde 1970, quando foi fundada, a entidade acumulou um enorme acervo de fotografias espetaculares. Esta é uma seleção de algumas dessas fotos.

 

Baleia jubarte e gaivotas no bate-papo

 

Gaivotas descansam sobre o focinho de uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae) em um santuário marinho no litoral de Massachusetts.

 

A inconfundível característica anatômica de um atobá-dos-pés-azuis (Sula nebouxii), um pássaro marinho das ilhas Galápagos.

 

A mirada fugaz entre uma lontra marinha e um pesquisador da NOAA, antes que este última mergulhe no interior de uma floresta de algas kelp, no Monterey Bay National Marine Sanctuary, na  Califórnia.

 

 

Um pepino-do-mar, também chamado de holotúria, de corpo transparente e o estômago e intestino bem à mostra.

 

Um elefante marinho setentrional (Mirounga angustirostris), com sua característica tromba, observa uma lavadeira, pássaro marinho, numa praia do Monterey Bay National Marine Sanctuary , na Califórnia.

 

Uma arraia pastinaca (família Dasyatidae), um peixe achatado aparentado às demais arraias, fotografado no fundo marinho arenoso das Ilhas Cayman, ao entardecer.

 

Um polvo-dumbo (Opisthoteuthis californiana) na sua característica posição natatória, não observada em nenhum outro polvo.

 

Uma explosão de vida: a cauda de uma baleia jubarte entre centenas de pássros marinhos. Ao fundo, um navio da NOAA, fotografados ao largo da Ilha Unalaska, no Alasca.

 

 

Uma quimera (família Chimaeridae), peixe cartilaginoso abissal aparentado aos tubarões. As barbatanas laterais possuem receptores mecânicos que captam a pressão das ondas e das correntes marinhas. As linhas visíveis sobre a sua cabeça são ampolas de Lorenzini, órgãos sensoriais que detectam os campos eletromagnéticos das presas potenciais.

 

Conseguem ver o neon? Um peixe neon transparente (no centro da foto) sobre um coral estrelado do Caribe (Montastraea cavernosa).

 

 

Um isópodo gigante (gênero Bathynomus), crustáveo de 8 a 15 centímetros de comprimento que vive nos fundais frios e profundos do Atlântico e do Pacífico.

 

Um grande caranguejo eremita no interior da sua casa, no litoral do Havaí.

  

Dois mergulhadores da NOAA lutam para libertar uma foca monge do Havaí (Neomonachus schauinslandi) que ficou enredada numa rede de pesca.

 

Uma bióloga da NOAA junto a um filhote de orca na parte meridional do Mar de Ross, na Antártica. O cetáceo poderia ser ma nova espécie de orca marinha descoberta entre os gelos da região.

 

 

O peixe-fantasma (Harriot haeckeli)


Um peixe-fantasma passeia no Atlântico

Uma equipe da NOAA conseguiu filmar uma das criaturas mais raras e misteriosas das profundezas abissais do Atlântico. Trata-se de um peixe-fantasma (Harriotta haeckeli), um membro da família dos Rhinochimaeridae. Sabe-se muito pouco a respeito do peixe-fantasma. O vídeo abaixo foi girado por uma sonda submarina durante a exploração de um cânion submerso ao largo da costa oriental dos Estados Unidos.

No passado, esse peixe fora observado nos mares abertos da Nova Zelândia e da Groenlândia, sempre a profundidades superiores a 2600 metros, uma quota que torna praticamente impossível qualquer estudo sistemático da espécie. 

O exemplar que protagoniza o vídeo tem comprimento de cerca 70 centímetros e possui sobre o dorso uma série de espinhos venenosos que o defendem de eventuais predadores. 

Segundo os especialistas trata-se de uma espécie em risco de extinção, ameaçada como muitas outras pelas atividades humanas levadas a cabo em grandes profundidades e pela pesca de arrastão.


 Video: Rhinochimera: Northeast U.S. Canyons Expedition 2013

 

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