Ministro Felix Fischer revoga liminar e manda Queiroz de volta para prisão

Decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça também atinge a esposa do operador do clã Bolsonaro, Márcia Aguiar, que antes estava foragida e agora deve ser presa

Ministro Felix Fischer e Fabrício Queiroz
Ministro Felix Fischer e Fabrício Queiroz (Foto: Gustavo Lima/STJ | Divulgação)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), revogou nesta quinta-feira, 13, a prisão domiciliar do operador do clã Bolsonaro Fabricio Queiroz e determinou seu retorno para a cadeia. 

A decisão do ministro Felix Fischer também atingue a esposa de Queiroz, Márcia Aguiar, que antes estava foragida e agora deve ser presa.

Para justificar sua decisão, o ministro apontou que o STJ concedeu a prisão domiciliar antes que o caso fosse analisado pela instância inferior, uma vez que o pedido de liberdade de Queiroz ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) ainda não foi julgado. 

Assim, Fischer determinou que o RJ do Rio analise com urgência a situação dos dois. Enquanto isso, fica restabelecida a ordem de prisão de Queiroz e Márcia em regime fechado.

A íntegra da decisão de Felix Fischer ainda não foi divulgada, mas revoga a decisão liminar do presidente da Corte, ministro João Otávio Noronha, que havia mandado Queiroz para a prisão domiciliar.

Acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como o arrecadador das "rachadinhas" no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro, Queiroz estava em prisão domiciliar desde 9 de julho.

Confira o vídeo sobre o assunto:

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247