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Poder

Nova denúncia da PGR indica que extrema direita aguardava GLO para dar o golpe em 8/01

Mensagem de áudio mostra que atos terroristas na Praça dos Três Poderes foram premeditados; plano era gerar oportunidade para intervenção militar

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(Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil)
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A Procuradoria Geral da República encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes uma nova denúncia contra uma golpista do 8 de Janeiro. E descreve fatos inéditos e relevantes. A denunciada é Shirley Faethe de Andrade, paranaense de Maringá, informou a repórter Naira Trindade, na coluna Lauro Jardim, de O Globo.

Em mensagens de texto e áudio no WhatsApp, Shirley explicitou um plano de “investida para a tomada de poder” que “não teria dia para acabar”, em suas próprias palavras.

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Identificados num celular apreendido durante os ataques, os diálogos incitam comportamentos violentos contra ministros do STF.

“Bolsonaro deveria é entrar dentro do STF com uma metralhadora e metralhar todos os ministros, kkk”, disse Shirley.

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Segundo a denúncia de Paulo Gonet, num dos grupos em que tramava a ida a Brasília, Shirley expôs o caráter violento premeditado do ato: “preparem as máscaras de gás, pano úmido e água no cantil, spray de pimenta, colete, capacete; bala de borracha não vai faltar”.

Após a quebradeira, em gravações registradas do Congresso, ela anunciou: “daqui não sairemos até que seja decretada a GLO” e “só sai se o Exército vir. Senão nós vai (sic) preso”.

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Nas trocas de mensagens, a golpista ensina como confeccionar o gás lacrimogênio usando água e vinagre e pede que as pessoas usem o “kit” montado com os objetos listados acima, além de óculos e luva de couro para “pegar a bomba de gás e jogar no galão de água”. Shirley faz um alerta no grupo de que podem ser presos e avisa que “a luta vai ser pesada”.

Ela foi denunciada pelo MPF por quatro crimes.

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O editorial do 247 desta semana trata da necessidade de enfrentamento da extrema direita.

"Que o episódio do Carnaval (em que Bolsonaro pernoitou duas noite na Embaixada a Hungria), não seja, portanto, sinal de conciliação ou anistia para nenhum dos envolvidos nas intentonas, em especial para seu chefe, Jair Messias Bolsonaro", diz o texto.

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Para ler na íntegra o editorial do Brasil 247, clique aqui.


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