Após manobra governista, oposição tenta retomada de sessão que poderia enterrar o voto impresso, mas decisão fica para agosto

Prevendo uma derrota na comissão que avalia a instauração do voto impresso a partir de 2022, deputados governistas fizeram com que a votação fosse adiada para depois do recesso parlamentar, que termina em agosto

Urnas eletrônicas
Urnas eletrônicas (Foto: Bruno Kelly/Reuters)
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247 - Os deputados federais Ivan Valente (PSOL-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), segundo a CNN Brasil, protocolaram nesta sexta-feira (16) na Câmara dos Deputados uma autoconvocação para que fosse retomada ainda nesta noite a sessão da comissão da Casa que trata da instauração do voto impresso a partir da eleição de 2022. A tentativa, porém, não surtiu efeito e a votação deve ser realizada somente em 5 de agosto.

Em uma manobra dos governistas da comissão, que previam uma derrota do voto impresso, uma das principais bandeiras de Jair Bolsonaro, o relator da comissão, Filipe Barros (PSL-PR), alegou que precisaria fazer ajustes no texto da PEC. O presidente da comissão, Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), acatou o pedido e adiou a votação da PEC para depois do recesso parlamentar, que termina em agosto. Uma derrota nesta sexta-feira enterraria o projeto. Antes do adiamento, porém, a comissão votou um requerimento de retirada de pauta, que foi rejeitado por 22 votos a 12.

A oposição protestou firmemente contra a manobra dos governistas.


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