Assessores de Bolsonaro querem que ele visite hospitais para consertar o "e daí?"

Aliados afirmaram que falta ação presencial de Jair Bolsonaro no País, o segundo no ranking mundial em casos de coronavírus. Ele tem sido criticado por violar recomendações da OMS e por minimizar os efeitos da pandemia. Também chegou a perguntar "E daí?", ao comentar mortes provocadas pela doença

(Foto: Carolina Antunes/PR)
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247 - Assessores de Bolsonaro passaram a defender, nos bastidores, que ele visite hospitais para acompanhar a situação do sistema de saúde do País no combate ao coronavírus. Bolsonaro tem sido criticado por violar recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao comparecer a manifestações de rua. Também chegou a perguntar "e daí?", ao comentar os 5 mil mortos pela doença no Brasil em abril. Atualmente, o País ocupa a segunda posição no ranking mundial de confirmações (365,2 mil), atrás apenas dos Estados Unidos (1,6 milhão). 

Aliados afirmaram ao blog de Andréia Sadi que falta ação presencial dele no País. 

Além de comparecer a alguns atos de rua, inclusive protestos que pediam o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, Bolsonaro também atendeu a lobbys empresariais e manifestou publicamente o seu desejo de reabrir alguns setores da economia. 

Durante pronunciamento em cadeia nacional no mês de março, ele comparou o coronavírus a uma "gripezinha" ou a um "resfriadinho".

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