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Brasília

Defesa de Chiquinho Brazão quer que a Câmara ouça Ronnie Lessa antes de votar cassação

Tendência no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados é de cassar o mandato de Brazão

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Chiquinho Brazão (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
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247 - Após a manutenção de sua prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) se vê agora diante de uma nova frente de batalha: a possível cassação de seu mandato pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. A defesa do parlamentar está concentrando esforços para evitar a cassação e, embora haja uma clara tendência no sentido de retirar o mandato do deputado, o advogado do parlamentar, Cleber Lopes, planeja solicitar a convocação do ex-policial militar Ronnie Lessa como testemunha, informa Igor Gadelha, do Metrópoles. Lessa, assassino da vereadora Marielle Franco em 2018, apontou Brazão e seu irmão, Domingos Brazão, como mandantes do crime.

A defesa argumenta que não teve acesso à delação de Lessa que implicou Brazão no homicídio da vereadora, que está sob sigilo de Justiça. Por essa razão, considera fundamental que a Câmara dos Deputados ouça o ex-policial antes de decidir sobre a cassação do mandato.

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A prisão de Chiquinho Brazão foi decretada em 24 de março pelo ministro do STF Alexandre de Moraes e, em uma votação realizada na noite de quarta-feira (10), a Câmara dos Deputados optou por manter essa decisão, com 277 votos a favor da prisão.

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