Governo Bolsonaro gastou R$ 39 milhões em ações de publicidade de "agenda positiva", principalmente para canais de TV aliados

A “agenda positiva” foi utilizada para custear propagandas em empresas aliadas ao governo federal como a Record, do bispo Edir Macedo, e o SBT, de propriedade de Silvio Santos, cujo genro é o ministro das Comunicações, Fabio Faria

Presdiente da República, Jair Bolsonaro, Pastor Edir Macedo e Silvio Santos durante  desfile Cívico por ocasião do Dia da Pátria.
Presdiente da República, Jair Bolsonaro, Pastor Edir Macedo e Silvio Santos durante desfile Cívico por ocasião do Dia da Pátria. (Foto: Alan Santos/PR)
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247 - O governo federal, através da Secretaria de Comunicação, gastou, desde o início de 2019, cerca de R$ 39 milhões em ações de publicidade de “agenda positiva”, sem foco específico, segundo documentos encaminhados à CPI da Covid e divulgados pelo portal O Antagonista.

A “agenda positiva” foi utilizada para custear propagandas em empresas aliadas ao governo federal como a Record, do bispo Edir Macedo, e o SBT, de propriedade de Silvio Santos, cujo genro é o ministro das Comunicações, Fabio Faria.

Segundo O Antagonista, os recursos também foram usados para abastecer rádios, jornais e TVs de pequeno e médio porte simpáticas ao governo federal.

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Mais cedo, foi informado que, além de pagar R$ 120 mil para o apresentador da Rede TV, Sikêra Jr., o governo repassou R$ 20 mil de cachê para outro âncora bolsonarista da emissora: Luís Ernesto Lacombe.

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