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Movimentação de mulher foi fundamental para assassinato de médicos em Alphaville, indicam imagens

O médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, foi revistado por guardas municipais momentos antes de matar dois colegas

O autor dos disparos, identificado como Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, foi preso em flagrante (Foto: Reprodução)

247 - O médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, foi revistado por guardas municipais momentos antes de matar dois colegas de profissão em Alphaville, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, mas não estava com a arma utilizada no crime naquele momento. A investigação aponta que ele recebeu uma bolsa com a pistola pouco antes dos disparos, entregue por uma mulher ainda não identificada.

As informações constam no Metrópoles. O crime ocorreu na noite de sexta-feira (16), em frente a um restaurante de luxo na Avenida Copacabana, no bairro Alphaville Plus. Segundo o registro policial, os guardas municipais foram acionados após um desentendimento entre três médicos dentro do estabelecimento.

Ao chegarem ao local, os agentes encontraram Carlos Alberto sendo contido e acalmado por quatro pessoas. Questionado se estava armado, ele negou. Em seguida, foi submetido a uma revista, que não encontrou nenhuma arma em sua cintura ou roupas, conforme descrito no boletim.

Momentos depois, a situação saiu do controle. De acordo com o documento policial, “enquanto diversas pessoas saíam do estabelecimento, dificultando a visibilidade dos agentes, foram ouvidos disparos de arma de fogo”. Os guardas correram até o estacionamento e encontraram Carlos Alberto já com a arma descarregada, rendendo-se sem oferecer resistência.

A decisão da Justiça que determinou a prisão preventiva do médico aponta um elemento central para a investigação. “Constatou-se que Carlos não portava bolsa no momento da busca inicial, sendo apurado que uma mulher lhe entregou tal objeto, de onde teria retirado a arma utilizada”, diz o despacho. A identidade dessa mulher ainda é desconhecida, e a polícia trabalha para localizá-la e esclarecer sua participação no episódio.

As vítimas foram identificadas como Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35. Ambos eram médicos e conheciam o autor dos

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