Pimenta cobra impeachment: 'inação do governo é criminosa. Congresso precisa ser convocado imediatamente'

"Inação do governo é criminosa. Além da falta de definição sobre vacinação e seringas, situação de Manaus impõe medidas para que Brasil volte a ter governo. Fora milicianos genocidas", afirmou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS). "Congresso precisa imediatamente ser convocado". Bolsonaro e Eduardo Pazuello se eximiram da culpa pelo colapso na capital amazonense

(Foto: ABr | Reuters)
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 247 - O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou ser necessária convocação do Congresso para o alinhamento das diretrizes do combate ao coronavírus por causa do que chamou de "inação" do governo federal. O parlamentar também defendeu o impeachment de Jair Bolsonaro, que, mais uma vez, culpou a população ao comentar o colapso da saúde em Manaus (AM), que sofre até com falta de oxigênio. 

"Congresso precisa imediatamente ser convocado. Gravidade do momento exige ação e responsabilidade. Inação do governo é criminosa. Além da falta de definição sobre vacinação e seringas, situação de Manaus impõe medidas para que Brasil volte a ter governo. Fora milicianos genocidas", escreveu o parlamentar no Twitter. 

Em live nessa quinta-feira (14), Bolsonaro e o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) tentaram se eximir da culpa pelo colapso em Manaus. Ambos destacaram que a tática de ficar em casa e só ir ao médico depois do agravamento da doença é errada. "Manaus não teve a efetiva ação no tratamento precoce no atendimento básico, e isso impactou muito a gravidade da doença", disse Pazuello.

Quem também criticou o governo foi a presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). "Pessoas morrendo sufocadas em Manaus por falta de oxigênio nos hospitais e em vez de prestar ajuda federal, Bolsonaro politiza as mortes e critica as autoridades locais por não terem adotado tratamento com cloroquina, que não tem eficácia pra covid. É um ser desprezível!", afirmou.

"Barbárie ocorrendo em Manaus com mortes por falta de oxigênio nos hospitais, 750 transferidos pra outros estados, cemitérios lotados e lockdown, e Bolsonaro foi à justiça para realizar o Enem no Amazonas este domingo em vez de prestar socorro. Não é possível!", complementou.

 

 

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