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"Apequenar o Supremo não seria pautar uma matéria que evite o absurdo risco de prisão de Lula. Ao contrário. O Supremo, tão chamuscado pela omissão diante dos desvarios da República de Curitiba, se apequenará ainda mais caso não reveja a sentença do TRF4", diz o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, em artigo nesta segunda-feira, 5; "Esperemos que não. Permitir a condenação de Lula do modo como ocorreu e – ainda mais grave – não agir para evitar sua prisão transformará, no entanto, o STF num Pequeno Tribunal Federal"

Supremo ou pequeno?

"Apequenar o Supremo não seria pautar uma matéria que evite o absurdo risco de prisão de Lula. Ao contrário. O Supremo, tão chamuscado pela omissão diante dos desvarios da República de Curitiba, se apequenará ainda mais caso não reveja a sentença do TRF4", diz o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, em artigo nesta segunda-feira, 5; "Esperemos que não. Permitir a condenação de Lula do modo como ocorreu e – ainda mais grave – não agir para evitar sua prisão transformará, no entanto, o STF num Pequeno Tribunal Federal"

"No próximo dia 24 os desembargadores do TRF da 4ª Região poderão chancelar ou interromper uma farsa judicial. Mais que isso, estará em jogo uma importante encruzilhada para a democracia brasileira. O ex-presidente Lula foi condenado em primeira instância por Sergio Moro apenas com base em delações e powerpoints, sem nenhuma prova material", diz Guilherme Boulos, militante do MTST e possível candidato do Psol à presidência da República; "assim, é dever de todos os que defendem a democracia tomarem posição contra este arbítrio, independente de diferenças políticas. Defender Lula na batalha do dia 24 é estar do lado certo da História"

O lado certo da História

"No próximo dia 24 os desembargadores do TRF da 4ª Região poderão chancelar ou interromper uma farsa judicial. Mais que isso, estará em jogo uma importante encruzilhada para a democracia brasileira. O ex-presidente Lula foi condenado em primeira instância por Sergio Moro apenas com base em delações e powerpoints, sem nenhuma prova material", diz Guilherme Boulos, militante do MTST e possível candidato do Psol à presidência da República; "assim, é dever de todos os que defendem a democracia tomarem posição contra este arbítrio, independente de diferenças políticas. Defender Lula na batalha do dia 24 é estar do lado certo da História"