
O Pacto Nacional contra o Feminicídio não pode ficar só no papel
As raízes patriarcais e violentas da nossa sociedade têm que ser extirpadas, em nome de um futuro no qual possamos ser chamados de civilização.

Advogada, sócia da Nagib Eluf Sociedade de Advogados. Foi promotora e procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo. Integrou a Comissão de Juristas encarregada da reforma do Código Penal (1992-1994). Contribuiu para a tipificação do crime de feminicídio, que passou a integrar o Código Penal brasileiro em 2015. Assessorou secretários de Estado da Segurança Pública e da Justiça, e foi Secretária Nacional dos Direitos da Cidadania do Ministério da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso. Autora de “A paixão no banco dos réus” (Saraiva Jur, 2002), hoje na décima edição
1 artigos