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Elvino Bohn Gass

Deputado federal (PT/RS), vice-líder do governo Lula no Congresso Nacional

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2026: a colheita e o salto necessário

Mais crescimento, mais distribuição de renda, mais proteção ambiental

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Iniciamos 2026 em um Brasil que, enfim, respira. Temos números que muitos julgavam impossíveis há poucos anos. Como parlamentar que caminha ao lado da classe trabalhadora, vejo que chegamos ao "ano da colheita". O Brasil voltou e está se reconstruindo sobre bases de justiça e dignidade. No primeiro mês do ano, milhões de brasileiros ficaram livres da mordida do leão. Lula isentou o Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

São dados irrefutáveis: o menor desemprego da história recente, 5,1%, é prato cheio na mesa. A inflação de alimentos, que explodiu no governo do golpista preso, está controlada. E o PT tirou, mais uma vez, o Brasil do Mapa da Fome.

O PIB, que “analistas” previam estagnado, crescendo com foco no mercado interno e na valorização dos salários. Não é "milagre", é Lula! Com dinheiro no bolso do povo, a roda da economia gira para todos.

O momento é bom, mas não podemos parar. Na Câmara, minha bancada tem nitidez de prioridades para 26: fim da escala 6x1, pauta do século passado, mas que não se consolidou. Isso é reforma de vida. É tempo para a família, para o lazer e o estudo. Não se aumenta produtividade às custas da exaustão. 

26 também marca a vigência da reforma tributária, que Lula conseguiu aprovar após 40 anos de espera. Nossa luta é garantir que o cashback do povo funcione — devolvendo imposto a quem é pobre — e que a alíquota zero para a cesta básica seja um pilar inegociável contra a carestia.

Precisamos aprovar a PEC da Segurança e o combate às facções com foco na inteligência, no sufoco financeiro do crime e na proteção de comunidades que sofrem com a violência. Para isso, não podemos tirar um centavo da Polícia Federal.

O clima nas ruas é de esperança, mas a turma do atraso segue aí, mentindo como sempre. Então, todas as forças democráticas do Brasil precisam ser a ponte entre o governo que recuperou o país e o povo que quer mais. Mais crescimento, mais distribuição de renda, mais proteção ambiental. Não aceitamos menos do que a dignidade plena para cada cidadão.

Estamos provando que política feita para a maioria é a única que gera estabilidade real. Seguimos firmes. O trabalho está apenas começando.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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