Liberdade para o presidente Maduro e Cilia Flores!
Um gesto de amor e resistência diante de uma grave violação do direito internacional que mobiliza vozes em defesa da soberania venezuelana
As horas vão passando de um dia que marcará a história global. Aos poucos, vão surgindo e sendo obtidos detalhes desta jornada em que o presidente de um país e sua esposa foram sequestrados. Desde então, milhões são os gritos que exigem sua liberdade. Essas vozes não se calarão enquanto não regressarem para casa.
Mas como foi o momento em que os levaram? O que realmente aconteceu naqueles minutos em que os soldados do império executavam a ignomínia? Consegui obter uma informação que marca essa história, que é, antes de tudo, uma história de amor. Eles iam levá-lo, e ela não permitiu; exigiu partir junto ao líder, seu esposo, seu companheiro.
Em meio a uma das maiores violações de todos os direitos, impôs-se a força de seu amor e de sua convicção. Horas depois, vimos os dois chegarem aos Estados Unidos na condição de sequestrados. Ele “brinca”, referindo-se a ela, e diz estar ferido. Estão ali e estão juntos porque assim se impôs a força dessa relação construída nas mais duras provas.
A Venezuela exige que eles voltem. As vozes justas não se apagarão.
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.




