O curriculum vitae de Flávio Bolsonaro
Vinte anos de escândalos
1) Homenagens e medalha a criminoso miliciano
Em 2003 e 2004, Flávio Bolsonaro prestou homenagens a policiais investigados por milícia. Em 2005, concedeu a Medalha Tiradentes (a mais alta honraria da Alerj) ao ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, chefe do “Escritório do Crime”, com várias mortes nas costas.
2) Rachadinha
Em 2018 veio à tona relatório do Coaf que mostrou movimentações suspeitas na conta de Fabrício Queiroz durante o período em que foi chefe de gabinete de Flávio na Alerj. As investigações sobre o esquema de devolução de salários ("rachadinha") avançaram em 2019-2020.
3) Escândalo do chocolate
Em 2020 estourou o escândalo da loja de chocolates Kopenhagen. A loja foi aberta por Flávio no Shopping da Barra da Tijuca em 2015 e os depósitos fracionados em dinheiro vivo (suspeitos de lavagem) ocorreram principalmente entre 2015 e 2018. O caso ganhou grande repercussão em 2020, quando o Jornal Nacional divulgou extratos com mais de 1.500 depósitos em espécie.
4) Empréstimo "amigo" do BRB para mansão
Em 2021 Flávio obteve financiamento de R$3,1 milhões do Banco de Brasília (BRB) a ser quitado em 360 meses, com juros de 3,71% ao ano, para comprar uma mansão de R$6 milhões no Lago Sul, em Brasília.
5) Escândalo Master
No dia 13 de maio de 2026, o portal The Intercept Brasil publicou áudios e mensagens nos quais Flávio Bolsonaro cobra R$134 milhões de Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse” e o chama de “mermão”. No mesmo dia (ou logo após), Flávio admitiu publicamente o contato e o pedido de verba, que negou antes. No dia 19 de maio, confirmou que esteve na casa de Vorcaro em São Paulo quando ele estava de tornozeleira, em prisão domiciliar.
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* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.




