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Alex Solnik

Alex Solnik, jornalista, é autor de "O dia em que conheci Brilhante Ustra" (Geração Editorial)

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Oposição ganhou no tapetão

Placar espúrio deve ser anulado

Confusão durante a CPMI doI INSS (Foto: Reprodução/TV Senado)

Tudo indica que o placar anunciado pelo presidente da CPMI do INSS será anulado, seja pelo presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, seja pelo STF.

Foram quatorze votos contra as quebras de sigilo de várias pessoas, dentre as quais o filho de Lula (e até a presidente do Palmeiras), e não sete, como o senador Carlos Viana (Podemos-MG) proferiu, ou por equívoco ou por má-fé, e que foram registrados e flagrados pelo repórter Ranier Bragon, do SBT News.

Votaram contra os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Soraya Thronicke (Podemos-MS) e Tereza Leitão (PT-PE), e os deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS), Rogério Correia (PT-MG), Jussara Lima (PSD-PI), Orlando Silva (PCdoB-SP), Alencar Santana (PT-SP), Damião Feliciano (União-PB), Neto Carletto (Avante-BA), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA) e Romero Rodrigues (Podemos-PB).

A oposição contava com 13 parlamentares presentes, mas três não podiam votar, pois são suplentes. Somaram, portanto, dez votos.

O bate-boca e o empurra-empurra que aconteceram depois da proclamação do resultado não têm o condão de apagar o placar correto, que foi de 14 a 10 contra as quebras de sigilo.

Tal como no futebol, as CPMIs precisam de VAR.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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