Vale a impugnação?
Onde está a soberania nacional? Estaria em default? Se continuar nesta toada, a subserviência poderá tornar-se viral ou até genética.
"O secretário norte-americano, Marco Rubio, acolheu a oferta do senador brasileiro de disponibilizar uma equipe de transição, caso Flávio seja eleito nas eleições presidenciais, sinalizando disposição de Washington em trabalhar com o próximo governo."
Onde está a soberania nacional?
Estaria em default?
Se continuar nesta toada, a subserviência poderá tornar-se viral ou até genética.
Como responder a essas questões, se ainda vivemos em um porão educacional? Grande parte da sociedade permanece sem iluminação intelectual; o conhecimento é distribuído de forma seletiva, e isso é planificado. Basta lembrar da política dos sigilos institucionalizados, que restringe a transparência.
As notícias verdadeiras também vêm se tornando um capital cada vez mais exclusivo e mal canalizado. Esse processo favorece a desinformação e produz inconsistências na percepção da realidade. Os veículos de comunicação comprometidos com o modelo neoliberal explorador, como a Globo, por exemplo, realizam a lavagem cerebral necessária ao trabalho de deseducação e alienação.
Contudo, a literatura nos lega:
"A política externa brasileira orienta-se pela promoção do diálogo soberano, buscando evitar o alinhamento automático a agendas protecionistas globais. A pasta reforça o respeito à autodeterminação dos povos e defende o sistema multilateral de comércio como o meio mais justo de equilibrar as assimetrias."
Por isso, em repúdio ao conteúdo do primeiro parágrafo, o verdadeiro patriota dirá:
"Pai, afasta de mim este cálice!"
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.




