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'Campos Neto nunca escondeu que é um político bolsonarista', diz Lindbergh

"E tem quem queira nos fazer crer que as decisões de Roberto Campos Neto são técnicas? Piada, né?”, postou o parlamentar nas redes sociais, em crítica ao presidente do BC

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(Foto: ABR)
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247 - O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, “nunca fez questão de esconder” que “é um político bolsonarista”. “Votou com camisa da seleção brasileira e, agora, participa de jantar com Tarcísio de Freitas e operadores do mercado financeiro. Em lugar nenhum do mundo presidentes do BC fazem isso, são reservadíssimos. E tem quem queira nos fazer crer que as decisões de Roberto Campos Neto são técnicas? Piada, né?”, escreveu o parlamentar no X, antigo Twitter. 

A postagem foi feita na esteira do jantar promovido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em homenagem ao presidente do BC, nesta segunda-feira (10). O encontro reuniu representantes do mercado financeiro, banqueiros e parlamentares ligados ao bolsonarisno. 

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A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), também criticou o evento e afirmou que Campos Neto “não é técnico, é político”. Ainda segundo ela, o jantar “foi a festa dos bolsonaristas para comemorar o prejuízo causado à economia e à população. É assim que planejam voltar ao governo em 2026: sabotando o governo Lula com o veneno dos juros, tocando o terror no mercado e mentindo muito, como ensina Bolsonaro, o chefe de todos eles”. 

Campos Neto é visto como um proponente de políticas monetárias conservadoras, incluindo manter taxas de juros altas para controlar a inflação. O PT e outros críticos argumentam que essas taxas altas prejudicam o crescimento econômico e elevam o custo do crédito, impactando negativamente investimentos e consumo.

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A autonomia do Banco Central, formalizada em lei durante o governo Bolsonaro, é outro ponto de controvérsia. O PT teme que essa autonomia limite a capacidade do governo de implementar políticas econômicas mais expansivas, que poderiam, na visão do partido, estimular o crescimento e reduzir a desigualdade. Eles argumentam que a autonomia pode fazer com que o Banco Central priorize o controle da inflação em detrimento de outros objetivos econômicos, como o emprego e o crescimento. Além disso, o Brasil tem gasto R$ 800 bilhões ao ano com o serviço da dívida.

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