Chefe do Exército defende aumento da produção de cloroquina mesmo sem comprovação de sua eficiência

Edson Leal Pujol apontou a alta de produção de cloroquina pela instituição como um dos motivos que ajudaram na recuperação de integrantes das Forças Armadas infectados pelo coronavírus

General Edson Leal Pujol
General Edson Leal Pujol (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
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247 - O chefe do Exército, Edson Leal Pujol, apontou a alta de produção de cloroquina pela instituição como um dos motivos que ajudaram na recuperação de integrantes das Forças Armadas infectados pelo coronavírus, de acordo com artigo na Época.

Pujol disse em vídeo divulgado no canal do Exército, no Youtube, que "o laboratório químico aumentou significativamente a produção de cloroquina e álcool gel e distribuímos para nossas organizações militares de Saúde, colocando-os à disposição de médicos e pacientes. Com orgulho, essa pronta resposta já recuperou milhares de integrantes da nossa família verde-oliva".

Entretanto, não há comprovação científica da eficácia do medicamento no combate ao vírus. Diversas entidades médicas, inclusive a Organização Mundial da Saúde (OMS), desaconselham o uso do remédio para tratar o vírus. A cloroquina tem sido defendida ferrenhamente pelo governo Bolsonaro.

Em junho, o subprocurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (MP-TCU), Lucas Rocha Furtado, pediu a abertura de uma investigação sobre a possível compra superfaturada de matéria-prima para medicamentos à base de cloroquina pelo Exército. O procurador ainda pediu para que seja averiguada a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na operação. 

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