AI Gemini

Resumo premium do artigo

Exclusivo para assinantes

Síntese jornalística com foco no essencial, em segundos, para leitura rápida e objetiva.

Fazer login
HOME > Brasil

Lulinha aguarda solução política antes de recorrer ao STF após quebra de sigilo

Defesa do empresário aposta em recurso no Congresso para barrar decisão aprovada na CPMI do INSS

Fábio Luiz Lula da Silva - Lulinha (Foto: Reprodução)

247 - A defesa do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, decidiu aguardar um desfecho político no Congresso Nacional antes de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a aprovação da quebra de seu sigilo pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A estratégia é apostar inicialmente em um recurso apresentado ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre. As inofrmações são da CNN Brasil

A expectativa é que a iniciativa anunciada pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, consiga reverter a decisão da comissão. Caso o recurso não prospere, a defesa avalia levar o caso ao STF.

O advogado Guilherme Suguimori protocolou nesta data uma petição dirigida ao ministro André Mendonça, relator do caso na Corte, solicitando acesso aos autos do processo e colocando-se à disposição para prestar esclarecimentos. O pedido formal de acesso aos autos já havia sido apresentado no dia 20 de janeiro, e a defesa aguarda manifestação do magistrado.

Suguimori assumiu oficialmente a condução do caso em janeiro. Até então, a interlocução relacionada à defesa era feita de maneira informal por Marco Aurélio Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas e próximo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marco participou do processo de escolha do novo advogado, que foi selecionado por sua capacidade técnica e perfil discreto. Suguimori atuou em fases da Operação Lava Jato.

A constituição formal de defesa ocorreu após avaliação de que havia menções e movimentações envolvendo o nome de Lulinha no contexto das apurações. Apesar disso, a Polícia Federal afirma oficialmente que o filho do presidente não figura, até o momento, como investigado.

O nome de Lulinha foi citado como possível beneficiário de um suposto esquema de fraudes no INSS investigado na Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal em dezembro. A fase mencionada teve como alvo a empresária Roberta Luchsinger, descrita como amiga do empresário.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações identificaram o pagamento mensal de R$ 300 mil a uma empresa ligada à empresária. Em mensagens atribuídas ao chamado “Careca do INSS”, há referência de que o valor seria destinado “ao filho do rapaz”, sem detalhar a identidade da pessoa mencionada.

Artigos Relacionados