Secom diz que Michelle Bolsonaro "resolveu aceitar" se vacinar nos EUA enquanto fazia teste para Covid

Secom divulgou nota para defender a primeira-dama após epidemiologistas e infectologistas terem visto em sua atitude um gesto de "desprezo" pelo SUS

Michelle e Jair Bolsonaro
Michelle e Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)
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247 - Após a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ser duramente criticada por se vacinar contra Covid-19 nos Estados Unidos, quando foi com a comitiva presidencial a Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) divulgou nota para justificar a decisão de Michelle.

O texto, divulgado na noite desta sexta-feira (24), no entanto, não traz nenhuma explicação plausível. Segundo a Secom, Michelle "resolveu aceitar" ser vacinada enquanto se submetia a um teste para detecção do coronavírus no país estrangeiro.

Michelle foi criticada por epidemiologistas e infectologistas, que viram na atitude da primeira-dama um gesto de "desprezo" pelo SUS, já que ela poderia ter se imunizado em Brasília desde julho, mas não o fez.

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Na nota, a Secom afirma que Michelle reitera "sua admiração e respeito ao sistema de saúde brasileiro".

Leia a nota na íntegra:

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“A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) informa que a Primeira-Dama, senhora Michelle Bolsonaro, integrante da Comitiva Presidencial a Nova Iorque (EUA), deslocou-se àquele país para acompanhar o senhor Presidente da República nas agendas oficiais, bem como para cumprir uma agenda sobre doenças raras na Missão do Brasil na Organização das Nações Unidas.

Antes de retornar ao país, submeteu-se ao teste de PCR, obrigatório para autorização de embarque, e durante a realização da testagem a Primeira-Dama foi indagada pelo médico se ela gostaria de aproveitar a oportunidade para ser vacinada. Como já pensava em receber o imunizante, resolveu aceitar. A Primeira-Dama reitera a sua admiração e respeito ao sistema de saúde brasileiro, em especial aos profissionais da área que se dedicam, incansavelmente, ao cuidado da saúde do povo".

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