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Wellington Dias diz que Alckmin vice de Lula consolida governo de resultados

Ministro repercute confirmação de Lula sobre vice em 2026, enquanto reunião ministerial marca saída de integrantes do governo para disputar eleições

Wellington Dias diz que Alckmin vice de Lula consolida governo de resultados (Foto: Divulgação )

247 - A confirmação de Geraldo Alckmin como pré-candidato a vice-presidente em 2026, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi destacada pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, como um movimento que reforça a continuidade e os resultados do atual governo.

Em publicação nas redes sociais, Wellington Dias afirmou que a decisão fortalece o projeto político liderado por Lula. “A confirmação de @geraldoalckmin como pré-candidato a vice-presidente em 2026, ao lado do presidente @LulaOficial, consolida um governo que entrega resultado. O Brasil voltou a crescer, gerar emprego, avançar no social e ser respeitado no mundo. É isso que está em jogo”, escreveu.

O ministro também ressaltou o alinhamento interno da equipe e o compromisso com a continuidade da gestão. “Aqui em reunião ministerial com o presidente Lula, reafirmamos o nosso compromisso com o país e estamos prontos para seguir contribuindo com esse projeto”, completou.

A declaração ocorre após Lula confirmar, nesta terça-feira (31), durante reunião ministerial em Brasília, que Alckmin será novamente seu companheiro de chapa na disputa presidencial de 2026. O encontro foi marcado pela reorganização da equipe de governo diante da saída de ministros que pretendem concorrer nas próximas eleições.

“O companheiro Alckmin vai ter que deixar o MDIC, porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez”, afirmou o presidente, ao indicar que o vice-presidente deverá deixar o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para se dedicar à campanha.

Durante a reunião, Lula destacou que ao menos 14 integrantes do governo já comunicaram a intenção de disputar cargos públicos, enquanto outros ainda devem formalizar suas candidaturas. Segundo ele, o momento é de transição dentro da equipe, sem comprometer o funcionamento da administração federal.

“A importância desta reunião é porque alguns companheiros e algumas companheiras nos deixarão por missões muito mais importantes nos próximos meses. Aqui tem gente que vai ser candidata aos mais diferentes cargos da República”, disse.

O presidente reiterou ainda que, desde o início do mandato, assegurou liberdade aos ministros para participar do processo eleitoral. “Disse quando iniciamos o governo que eu não criaria objeção a ninguém que quisesse ser candidato”, declarou.

Ao abordar o cenário político, Lula fez críticas à perda de qualidade no debate público e defendeu maior participação institucional como caminho para mudanças. “É importante que vocês estejam dispostos a entrar na vida congressual para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e brasileira. Perdeu muita seriedade a política”, afirmou.

Ele também mencionou o alto custo das campanhas eleitorais como um fator que compromete a política. “Outro dia alguém me dizia: ‘um deputado federal não será eleito por menos de R$ 50 milhões’. Se isso for verdade, chegamos ao fim de qualquer seriedade na política brasileira”, disse.

Apesar da saída de ministros, Lula afirmou que não pretende nomear substitutos imediatos, para evitar descontinuidade administrativa. “Na saída dos ministérios, tomei a decisão de não colocar ministro novo. Temos uma máquina funcionando há três anos e quatro meses. Não quero que nenhum ministério comece tudo outra vez”, explicou.

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