Na CPI, Pazuello deve responder parte das perguntas, poupar Bolsonaro e destacar compra de vacinas

Ex-ministro foi aconselhado a poupar Bolsonaro, mesmo que, assim, ele se torne o principal alvo da CPI. O Planalto sugeriu uma estratégia a Pazuello: questionar a parcialidade da comissão e reivindicar a nulidade do processo

Eduardo Pazuello e a CPI da Covid
Eduardo Pazuello e a CPI da Covid (Foto: Pedro França/Agência Senado | Edilson Rodrigues/Agência Senado)
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247 - Apesar de ter conseguido no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de permanecer em silêncio, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello quer responder aos questionamentos que lhe forem feitos na CPI da Covid nesta quarta-feira (18), segundo Caio Junqueira, da CNN Brasil.

"O cidadão Pazuello quer ouvir o que o ministro Pazuello tem a dizer sobre sua gestão", teria dito o ex-ministro a interlocutores. O ex-ministro pretende destacar em sua fala os pontos que considera positivos em sua gestão, como a compra de vacinas contra Covid-19, ainda que o Brasil sofra atualmente com a falta de doses.

O direito ao silêncio será utilizado por Pazuello quando lhe forem feitas perguntas subjetivas, pedidos de impressões pessoais, perguntas repetidas, perguntas referentes a investigações que já estão em curso pelo Ministério Público e em casos de desrespeito ou ameaças.

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O ex-ministro ainda teria sido aconselhado a poupar Jair Bolsonaro em suas respostas, mesmo que, assim, ele se torne o principal alvo da CPI. O Palácio do Planalto sugeriu uma estratégia a Pazuello: questionar a parcialidade da comissão e reivindicar a nulidade do processo.

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