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ANP cobra informações da Petrobras para autorizar retomada da perfuração na Margem Equatorial

Petrobras confirmou mais cedo vazamento de fluido sintético nas águas da região

Edifício da Petrobras no Rio de Janeiro - 5/6/25 (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes/Arquivo)

247 - A reguladora do setor de petróleo ANP condicionou a retomada da atividade de perfuração na Margem Equatorial, pela Petrobras, à prestação de esclarecimentos sobre o que causou o vazamento de fluido sintético nas águas da região, informou a agência Reuters nesta quinta-feira (8).

A decisão da ANP, assinada na quarta-feira (7), afirma que a Petrobras precisa apresentar uma avaliação inicial das causas do evento e de seus potenciais impactos e ações mitigadoras antes de retomar as operações, em águas profundas do Amapá.

"A unidade (sonda de perfuração) ODN II (NS-42) somente poderá retomar a atividade de perfuração após autorização expressa da ANP", diz o documento.

A perda de fluido foi identificada no último domingo em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho, localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. O problema paralisou as atividades.

A Petrobras assegurou na ocasião que “adotou todas as medidas de controle e notificou os órgãos competentes. O fluido utilizado atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, portanto não há dano ao meio ambiente ou às pessoas".

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