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Trump anuncia criação do Conselho de Paz para a Faixa de Gaza

Enviado do chefe do presidente dos EUA, Steve Witkoff também anunciou o começo da segunda fase do acordo para o território palestino

O presidente dos EUA, Donald Trump - 13/01/2026 (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst)

247 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que foi criado o Conselho de Paz para a Faixa de Gaza. Enviado do chefe da Casa Branca, Steve Witkoff também anunciou nesta semana o início da segunda fase do plano de paz para o território palestino, que prevê a criação de um governo tecnocrático de transição, o desarmamento do Hamas e a passagem de um cessar-fogo para a reconstrução da região. Os relatos foram publicados na Sputnik.

“É para mim uma grande honra anunciar que o Conselho de Paz foi formado. Os membros do Conselho serão anunciados em breve, mas posso dizer com certeza que é o maior e mais prestigioso Conselho já reunido em qualquer época e em qualquer lugar”, escreveu Trump na rede social Truth Social. O presidente confirmou a criação do conselho em declarações divulgadas nessa quinta-feira (15). 

“Estou apoiando um governo tecnocrático palestino recém-nomeado, o Comitê Nacional para a Administração de Gaza, com o apoio do alto representante do Conselho, para governar Gaza durante o período de transição. Esses líderes palestinos estão firmemente comprometidos com um futuro pacífico”.

Representantes dos ministérios das Relações Exteriores do Egito, do Catar e da Turquia informaram, em comunicado conjunto, a formação de um comitê tecnocrático palestino para administrar Gaza, sob a liderança de Ali Shaath, que anteriormente atuou como vice-ministro do governo palestino responsável pelo desenvolvimento de zonas industriais.

De acordo com o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, mais de 70 mil palestinos morreram desde outubro de 2023, quando começaram os ataques de Israel, denunciado na Corte Internacional de Justiça (CIJ) e no Tribunal Penal Internacional (TPI) pelo crime de genocídio. 

O cenário em Gaza segue caótico. Os bombardeiros israelenses no território já mataram mais de 100 crianças, desde o início de outubro do ano passado, quando foi assinada a suposta trégua entre Israel e o Hamas.

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