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'Brasil está no centro do diálogo mundial', diz Rogério Correia após ligação entre Lula e Trump

Mais cedo, presidente Lula conversou por telefone com Trump e acertou viagem a Washington

Luiz Inácio Lula da Silva e Rogério Correia (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O deputado federal Rogério Correia foi às redes sociais nesta segunda-feira (26) celebrar a atuação da diplomacia brasileira, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversarem por telefone. 

Com Lula, o Brasil está "no centro do diálogo" mundial, escreveu Correia, na rede social X. "Em ligação com Trump, Lula tratou de economia, cooperação internacional e defendeu a inclusão da Palestina nas negociações sobre Gaza, além da preservação da paz na América do Sul", detalhou. 

Em conversa telefônica nesta segunda-feira com o presidente norte-americano, Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acertou uma visita a Washington, em data a ser fixada em breve, após sua viagem à Índia e à Coreia do Sul em fevereiro, informou o Palácio do Planalto.

No telefonema, que durou 50 minutos, ambos os líderes discutiram diversos assuntos, incluindo a situação na Venezuela, a proposta de Trump de um Conselho da Paz e o combate ao crime organizado, de acordo com nota do governo brasileiro.

Em relação à Venezuela, Lula enfatizou a importância de "preservar a paz e a estabilidade da região", segundo o comunicado. Lula também enfatizou a Trump a necessidade de "trabalhar pelo bem-estar do povo venezuelano", disse o Planalto. Ele aproveitou o telefonema para defender que o Conselho da Paz proposto por Trump seja restrito à situação na Faixa de Gaza e inclua um assento para os palestinos.

"Ao comentar o convite formulado ao Brasil para que participe do Conselho da Paz, Lula propôs que o órgão apresentado pelos Estados Unidos se limite à questão de Gaza e preveja assento para a Palestina", afirmou a nota.

O presidente reiterou a importância de uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas (ONU), que inclua a ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança. (Com informações da Reuters). 

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