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Setores do Exército estão abertos a novas investigações sobre desaparecidos políticos durante a ditadura

Comissão dos Mortos e Desaparecidos foi criada em 1995 e extinta no final de 2022, no governo de Jair Bolsonaro. Governo Lula adotou medidas para restaurá-la

(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
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247 - Alguns setores do Exército estão abertos à retomada das investigações sobre mortos e desaparecidos iniciadas pela Comissão dos Mortos e Desaparecidos. 

Segundo O Estado de S. Paulo, apesar do tema ter sido historicamente delicado, há agora um reconhecimento da importância de esclarecer o passado para as famílias afetadas. No entanto, há a compreensão de que as buscas não devem ser um objetivo isolado e que, devido ao tempo decorrido, obter respostas completas pode ser desafiador.

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Em março, o Ministério Público Federal, no Distrito Federal, recomendou ao governo federal que reinstale em 60 dias, no máximo, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP). A recomendação foi encaminhada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. 

A comissão, criada em 1995 e extinta no final de 2022, no governo de Jair Bolsonaro, tem como atribuição tratar de desaparecimentos e mortes de pessoas em razão de atividades políticas no período de setembro de 1961 a agosto de 1979. 

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Em nota, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) disse que, no início de 2023, adotou todas as medidas administrativas e jurídicas para o restabelecimento da comissão. (Com informações da Agência Brasil). 

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